sábado, 28 de março de 2009

Fale de Perto


Estima-se que quatro em cada dez brasileiros têm mau hálito. As causas vão desde a baixa produção de saliva e uso excessivo de medicamentos até rinite e prisão de ventre. Para tirar a prova: passe a língua no punho, aguarde 30 segundos e depois cheire o local.
Foi reprovado no teste ? Então siga estas orientações:

a) Escove os dentes e a língua após as refeições;
b) Tome 2 ou mais litros de água por dia;
c) Vá ao dentista regularmente.

Cuidados com a higiene bucal do bebê

Benefícios do aleitamento materno à saúde bucal do bebê
Além das indiscutíveis propriedades físicas, nutricionais e psicológicas do leite materno, a amamentação é importante para a saúde bucal do bebê. Mamando no peito, o bebê respira pelo nariz e é obrigado a morder, avançar e retrair a mandíbula. Isso propicia o correto desenvolvimento muscular e esquelético da face, possibilitando a obtenção de uma boa oclusão dentária.

Como fazer a higiene bucal do bebê

Os cuidados com a higiene bucal devem começar a partir do nascimento do bebê.
No recém-nascido, a limpeza deve ser feita com uma gaze ou fralda umedecida em água limpa para remover os resíduos de leite. Com o nascimento dos primeiros dentes (por volta dos 6 meses), a fralda deve ser substituída por uma dedeira.
Aos 18 meses, com o nascimento dos primeiros molares decíduos, a higiene deverá ser realizada com uma escova dental infantil sem creme dental ou com um creme dental sem flúor. O creme dental fluoretado só deverá ser utilizado a partir dos 2 ou 3 anos de idade, quando a criança souber cuspir completamente o seu excesso.


Quando fazer a primeira visita ao dentista
O ideal é que a mãe faça uma consulta durante a gestação para receber as orientações necessárias para manter a correta saúde bucal do seu filho.
Independentemente da consulta da gestação ter sido realizada, a primeira consulta do bebê deve ser por volta dos 6 meses, coincidindo com o nascimento do primeiro dente decíduo. Preferencialmente, a consulta deve ser realizada com o odontopediatra, pois é ele o profissional habilitado a fazer esse primeiro atendimento.

Cárie de mamadeira
É uma cárie de desenvolvimento rápido (aguda), que provoca dor e dificuldade de alimentação, determinando perda de peso e de estatura. É provocada pela ingestão de líquidos açucarados na mamadeira, principalmente durante a noite, sem que seja feita a higiene bucal posterior.

Filho que usa mamadeira e que, ao remover o hábito, ele passe a não tomar mais leite. O que fazer para que ele continue tomando leite
Todo processo de remoção de hábitos deve ser lento e gradativo. Antes de remover a mamadeira, é necessário ter certeza de que seu filho sabe e gosta de tomar líquidos no copo. Para isso, primeiramente substitua apenas uma mamadeira pelo copo (geralmente, inicia-se pela mamadeira da tarde).
Quando perceber que seu filho está tomando todos os 250 ml anteriormente oferecidos na madeira, no copo, substitua a mamadeira da manhã. No momento em que ele estiver ingerindo 500 ml de leite por dia no copo, a mamadeira da noite deverá substituída.
Esse processo pode durar de 2 a 6 meses, dependendo da criança, por isso, o ideal é que ele seja iniciado um pouco antes dos 2 anos de idade. Para facilitar o processo, pode-se usar os copos com tampa, também chamados de copos de transição.

A cárie é uma doença transmissível
O Streptococcus mutans, bactéria causadora da cárie, pode ser transmitido da mãe para o filho pelo contato direto. Por isso, não se deve soprar a comida do bebê nem experimentá-la com o talher dele, pois é possível transmitir a ele essas bactérias.

Filho que usa chupeta, como acabar com esse hábito
Para remover a chupeta, deve-se reduzir o seu uso a cada dia.
Comece utilizando-a moderadamente, somente quando a criança estiver adormecendo. Quando a criança dormir, lentamente, remova a chupeta da boca e guarde-a.
Nunca deixe a chupeta em correntes penduradas no pescoço ou ao alcance da criança.
É a mãe que deve administrar as horas de uso, e não a criança. Assim, cada dia ela usará a chupeta um pouco menos até reduzir completamente o seu uso, o que deve ocorrer por volta dos 2 anos de idade.


Fonte: Site APCD

Gengivite pode levar a Problemas Cardíacos

Ligação entre gengivite e problemas cardíacos.
Em geral, os dados indicam que a gengivite crônica pode contribuir para o desenvolvimento de problemas cardíacos. Como isso acontece? A gengivite é uma infecção bacteriana que pode ter efeitos à distância da sua boca. Com relação a problemas cardíacos, há uma teoria que diz que a gengivite permite às bactérias entrarem na corrente sanguínea e aderir aos depósitos de gordura existentes nos vasos do coração. Isto pode causar coágulos e provocar um problema cardíaco. O relatório do Ministério da Saúde dos Estados Unidos sobre saúde bucal afirma que a saúde bucal é parte integrante da saúde geral. Por isso, escove os dentes, use fio dental e vá ao dentista regularmente.
Com relação à saúde bucal, as recomendações especiais para quem tem problemas cardíacos.
Para uma perfeita saúde bucal, você deve:
Manter sua boca saudável. Isto é, escovar os dentes, usar fio dental diariamente e consultar o dentista regularmente;
Informe seu dentista a respeito de seu problema de saúde geral;
Siga com cuidado as instruções do dentista e de seu médico e use os medicamentos - como antibióticos, por exemplo - de acordo com as indicações.

Os procedimentos dentários e os riscos a quem tem problemas do coração.
Se você tiver certos problemas cardíacos, existe a possibilidade de você desenvolver uma endocardite bacteriana, uma infecção do revestimento interno do coração ou das válvulas. Um sangramento na boca pode permitir que certas bactérias bucais entrem no sistema sanguíneo e atinjam as válvulas ou tecidos que foram enfraquecidos por um problema cardíaco preexistente. Nesses casos, a infecção pode danificar ou mesmo destruir as válvulas e os tecidos do coração.
Há precauções que você deve tomar se estiver enquadrado em algum dos itens abaixo:
Válvulas artificiais;
Histórico de endocardite;
Defeitos cardíacos congênitos;
Válvulas cardíacas danificadas por problemas como, por exemplo, febre reumática;
Prolapso da válvula mitral com sopro;
Miocardiopatia hipertrófica.
Não deixe de conversar com seu dentista sobre qualquer problema cardíaco que estiver sentindo e os medicamentos que está tomando. Ele anotará essas informações em seu prontuário e tomará decisões sobre o seu tratamento dentário em conjunto com o seu médico.

Fonte: www.colgate.com.br